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Como Instalar o cPanel em um servidor novo

Instalar o cPanel em um servidor dedicado ou servidor cloud é bastante simples. O cPanel é o painel de controle para hospedagem de sites mais utilizado da atualidade.

O cPanel é composto, basicamente, por duas partes:

  • WHM , que é o módulo da revenda de hospedagem , aonde pode-se configurar todo o servidor, criar contas de hospedagem e fazer todo o gerenciamento;
  • cPanel , que é o módulo do cliente , aonde se pode criar bancos de dados, contas de e-mail, gerenciar arquivos, etc.

A licença do cPanel tem um custo mensal. Isto varia de acordo com cada empresa. Licenças para servidores cloud ou servidores VPS são mais baratas do que as licenças para servidores dedicados.

Para começar a  instalar precisamos ter um servidor com acesso root (administrador), rodando Linux CentOS. Usaremos o Putty para realizar a conexão SSH ao servidor.

Preparando o servidor

Primeiramente, vamos instalar o wget, que será usado para fazer o download do cPanel.


Iniciando a instalação do cPanel

Em seguida, vamos baixar o instalador e executar a instalação com esta sequencia de comandos:

cPanel
Pronto! A instalação irá começar, e levará algum tempo para ser concluída.

Instalação concluída! Vamos agora validar a licença do cPanel

Após a conclusão, será necessário validar a licença do cPanel. Para isso, é necessário contactar seu provedor de hospedagem.

Para isso, execute o comando:

Para verificar se o servidor possui uma licença ativa, acesse https://verify.cpanel.net/  e informe o endereço IP do seu servidor aonde deseja instalar o cPanel.

 

Caso o status esteja “active“, isto significa que a licença cPanel é válida para instalar o cPanel.

Acessando o WHM pela primeira vez

Para acessar o WHM, basta usar o endereço:

http://ip_do_servidor:2086   – versão normal
ou
https://ip_do_servidor:2087  – versão https

Utilize o login root , e a mesma senha de root do seu servidor dedicado.

Em seguida, será necessário realizar a configuração inicial do cPanel. Leia como em: Como configurar o cPanel WHM

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Datacenter no Brasil ou no Exterior?

Datacenter no Brasil ou no Exterior? Qual escolher

Datacenter no Brasil ou no Exterior

Primeiro vamos entender o conceito de Cloud computing, entender a necessidade de contratar este serviço e entender as vantagens de um Datacenter no Brasil!

Cloud computing

Você já imaginou ter acesso a todos os seus documentos, folhas de cálculo, fotografias e outros tipos de ficheiros (arquivos) em qualquer lugar onde você esteja?

Sim, hoje isso é possível com o Cloud!

Mas o que é a Cloud?

O conceito de cloud computing ou computação na nuvem nasceu na necessidade das pessoas passarem a ter acesso as suas informações onde quer que estejam.

A cloud ou nuvem é como se fosse um dispositivo de armazenamento de dados colocado na Internet acessível a partir de qualquer plataforma, seja móvel ou não.

Também pode ser um conjunto de serviços oferecidos para se trabalhar em softwares sem ter a necessidade de os instalar.

Vantagens:

  • Disponibilidade em qualquer plataforma e dispositivo e em qualquer lugar do mundo.
  • Economia de custos
  • Facilidade em fazer e restaurar backups.

O que pode ser feito com a cloud?

Com a cloud, você poderá guardar as suas informações e dados (fotografias, vídeos, documentos, etc.).

Por exemplo, você poderá ter acesso as fotos do seu smartphone, diretamente no computador ou no tablet, usando a cloud. Com a evolução do cloud computing, já é possível usar programas diretamente na Internet sem que estes estejam instalados no computador do usuário.

Como ter acesso à Cloud?

Você terá acesso a partir de qualquer computador ou  dispositivos móveis como smartphones e tablets, em qualquer lugar do mundo.

Embora os ficheiros (arquivos) estejam geralmente disponíveis em modo offline, ou seja sem a necessidade de ter uma ligação a Internet, esta irá ser sempre necessária, para sincronizar o que está no dispositivo e o que está guardado no armazenamento da Cloud.

Agora que vc já sabe o que é Cloud, veja o motivo pelo qual escolher um Servidor no Brasil!!!

 Datacenter no Brasil ou no Exterior?

  • Datacenter no Brasil: tende a ser mais caro, mas com uma mínima latência;
  • Datacenter no Exterior: tende a ser mais barato, mas com latência maior.

A contratação de um Cloud fora do Brasil enfrenta problemas de latência pelo fato da distância do host origem ser significativamente grande, aumentando assim o tempo de resposta entre o host origem e o host destino.

Nos mostrando que quanto maior for a distância física maior será a  latência! Por isso dê preferência a servidores localizados no Brasil!!!

 

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Streaming de áudio – reviva momentos inesquecíveis!

Com o streaming de áudio você pode fazer uma playlist de músicas e reviver momentos inesquecíveis!!!

“Mais do que selecionar um apanhado de músicas para uma viagem, um momento de fossa ou uma nova paixão, as playlists funcionam como um retrato das fases pelas quais passamos”

Criar uma playlist musical pode trazer aquele sentimento nostálgico na qual todos nós apreciamos. As músicas são testemunhas de tempos passados, como as fotos e as cartas. Muitas vezes podem soar piegas para alguns,  mas é inegável que retratam quem éramos e como éramos!

As trilhas sonoras reproduzem uma parte de nós que é impossível reconstruir por outras vias porque reflete o modo como pensávamos, tanto de maneira racional (retratada na estrutura da lista), quanto emocional (simbolizada pelos artistas e canções escolhidas). Faça a prova, pegue uma velha fita cassete, um CD ou lista de mp3 e veja se aquela pessoa não é um tanto diferente da que você se tornou hoje? Foque nas lembranças, nos momentos… o que sente?… não parece magia?… voltar no tempo?

Bom, se você ainda não tem esse hábito e gosta de música, fica aqui a dica! Experimente fazer a sua playlist. Nunca foi tão fácil organizar e guardar suas canções favoritas, graças às muitas ferramentas ao alcance de praticamente todos. Afinal, a playlist feita hoje pode ser um tesouro no futuro, onde você pode reviver aquele momento único, incomparável e inesquecível.

streaming de áudio

 

“Milhares de pessoas cultivam a música; poucas porém têm a revelação dessa grande arte.”
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Live stream e o impacto nas redes sociais!

O live stream esta dominando  as redes sociais e há cada vez mais pessoas fazem uso desta nova funcionalidade de plataformas como Facebook, Instagram e YouTube. A premissa do Live é muito simples e fácil de entender: qualquer um pode filmar direto para todos os seus seguidores, fazendo-lhes chegar em tempo real aquilo que se passa em suas vidas.live stream

A funcionalidade do Live já existia em algumas aplicações, mas reservava-se os direitos apenas a jornalistas e órgãos de comunicação social. No entanto, a democratização desta funcionalidade a qualquer pessoa ou empresa veio revolucionar mais ainda a forma como consumimos redes sociais.

Veja algumas vantagens e desvantagens da live stream de três redes sociais: Facebook, Instagram e YouTube e escolha qual melhor se adequa a sua necessidade!

Live stream e Facebook Live

A partir do momento em que o Facebook anunciou que a funcionalidade de transmissão live seria alargada ao público, o sucesso foi imediato. Sem surpresa alguma, hoje esta é a opção preferida dos utilizadores.

No Facebook Live pode selecionar a sua audiência através de uma lista de públicos, ou seja, uma ferramenta de segmentação que melhora as suas hipóteses dos seguidores acompanhar a transmissão e as live podem durar até quatro horas. Este período de tempo é mais do que suficiente para cobrir eventos, interagir com pessoas, fazer entrevistas, entre outros. Outro ponto a favor é a ambivalência do Facebook Live, que pode ser usado no celular, computador ou tablet.

Após a transmissão do vídeo, o Facebook mantém o vídeo na sua página e guarda as métricas que receber. O pico de espectadores em qualquer momento da transmissão, além do alcance e engajamento – reações, comentários e partilhas – são devidamente guardadas para consulta do gestor da página.

Live stream e Instagram Livestreaming de video

O Instagram é uma rede social com um crescimento surpreendente. Podemos dizer até que o Instagram Live é um dos responsáveis pelo “boom” de popularidade desta rede social.

Diferente do Facebook, a duração das transmissões no Instagram é de apenas uma hora, fazendo desta uma ferramenta útil para casos como interação com seguidores e anúncios pequenos.

Entretanto, as live no Instagram também são exibidas no motor de pesquisa da rede social, o que ajuda a propagar a transmissão a utilizadores que possam estar interessados no conteúdo. Um ponto a favor, à semelhança do que se sucede no Facebook, é que todos os utilizadores são também notificados quando alguém da sua rede de contatos inicia um live.

Um ponto menos favorável é que a transmissão em direto só pode acontecer através do smartphone. No que diz respeito a analytics, o Instagram tem também ainda de melhorar, visto que não conta com uma ferramenta apropriada para análise de métricas, mostrando apenas quantos visitantes estão online e, no fim da transmissão, uma lista com todas as pessoas que assistiram.

O maior problema passa ainda pelo fato de que o vídeo que gravou se perde após terminar, não ficando gravado de forma alguma na sua conta.

Live stream e YouTube Live

Apesar do Facebook e do Instagram serem as principais ferramentas para fazer Live, o YouTube também é uma ferramenta a considerar.

Atualmente, o YouTube é a ferramenta que oferece mais recursos para live, permitindo transmitir durante o período de tempo de que necessita e reunindo ainda informações métricas para avaliar o desempenho do vídeo, além da possibilidade de deixar a transmissão agendada. Nesta plataforma é também possível inserir cartões durante a transmissão, de forma a redirecionar os espectadores para uma determinada página.

A desvantagem em relação às outras redes sociais é o fato do YouTube não dar tanto destaque as live quanto Facebook e Instagram fazem, cabendo ao próprio produtor de conteúdo divulgar a exibição de sua transmissão. Ou seja, mesmo oferecendo mais recursos que ambas as opções anteriores, fazer live no YouTube é recomendado apenas para quem já tem a plataforma como base de seu negócio.

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Ping o que é, e como testar em sua conexão

PING / Latência  (Packet Internet Network Grouper) é uma ferramenta para diagnóstico que testar a conectividade entre um computador na rede de Internet.

Quanto menor o tempo de resposta, mais próximo (ou melhor rota) o servidor destino está perfeito para  sua Conexão de Internet.

Ping aprenda como testar:

1º Passo:

Primeiramente, abra o CMD (Prompt de Comando):

Clique no Menu Iniciar, pesquise por: “Executar”:

 

ping

Irá Abrir uma nova janela, para realizar comando na aba EXECUTAR.

Digite: “cmd” e clique em OK:

 

ping

2º Passo:

Com o Prompt de Comando aberto digite:

ping (nome do domínio ou IP que deseja efetuar o ping)

Ex. ping servermedia.com.br

 

ping

Logo após digitar, aperta a tecla ENTER para executar o Comando.

3º Passo:

É esperado uma resposta parecida com a imagem abaixo, onde deverá conter 4 respostas do número do IP correspondente ao domínio:

 

ping

Caso o resultado do comando digitado seja: Esgotado tempo limite do pedido, isso quer dizer que sua conexão não está conseguindo chegar até o servidor responsável pelo domínio em questão / ou / servidor final pode estar Off line.

Existem fatores que podem interferir no Ping, veja algum deles:

  • Firewalls;
  • Congestionamentos na rede;
  • Atenuações por problema de hardware (defeitos no roteador, cabos danificados etc);

Curiosidades sobre o Ping em relação a jogos on line:

O ideal é que o valor do ping esteja abaixo de 100 ms para que o usuário consiga jogar online. Também é importante notar se há perda de pacotes, pois caso haja, o usuário terá dificuldades para jogar, assistir vídeos etc. Caso os resultados de sua conexão não estejam dentro do esperado, o usuário pode adotar algumas medidas para minimizar o problema, como:

  • usar cabos: as conexões cabeadas dão mais estabilidade e velocidade na transmissão de dados, ao contrário das conexões por Wi-fi;
  • usar uma aplicação por vez: se você quer jogar seu jogo online, evite deixar o Torrent aberto, por exemplo, pois são aplicações que usam uma alta taxa de dados. Usadas ao mesmo tempo, elas causam interferências e podem atrapalhar o andamento da partida;
  • evite horários de pico: horários em que muitos usuários estão conectados à rede simultaneamente podem reduzir a qualidade da conexão da internet.
  • resete o modem e o roteador: às vezes é uma solução para reduzir o valor do ping. Basta desligar os aparelhos da tomada, esperar alguns segundos e religá-los;
  • reclame com a operadora: por fim, vale notificar a operadora sobre os problemas com sua conexão. Em alguns casos a causa pode ser uma dificuldade da empresa ou necessidade de mudança na rota da transmissão de dados, por exemplo.

 

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Latência em redes, quem nunca ouviu falar?

Em uma rede, latência é sinônimo de atraso, é uma expressão de quanto tempo leva para um pacote de dados  ir de um ponto designado para o outro. Ela é medida através do envio de um pacote que é devolvido para o remetente, e o tempo de ida e volta é considerada a latência (ping).

latência

 

Menor latência, menos atraso…;                             Melhor transmissão ao vivo! (streaming)

 

 

A suposição é que os dados devem ser transmitidos imediatamente entre um ponto e outro (isto é, sem qualquer atraso em tudo).  Porém alguns fatores podem causar atrasos:

Propagação: É o tempo que leva um pacote viajar entre um lugar e outro com a velocidade da luz.

Transmissão: O meio em si (seja de fibra óptica, wireless, ou algum outro) introduz algum atraso. O tamanho do pacote introduz atraso em uma viagem. Um pacote maior levará mais tempo para receber e retornar do que um curto.

Router e outros processamentos: Cada nó gateway leva tempo para examinar e possivelmente alterar o cabeçalho de um pacote.

Latência, Largura de Banda e Internet

A latência e a largura de banda definem a velocidade e a capacidade de uma rede. A largura de banda é normalmente expressa em bits por segundo. É a quantidade de dados que podem ser transferidos durante um segundo.

Em conexões DSL ou de Internet por cabo, uma latência de menos de 100 milissegundos (MS) são típicas e menos de 25 MS são frequentemente possíveis. Com conexões de Internet por satélite, por outro lado, as latências típicas podem ser 500 MS ou superior, Provedores dia Rádio em Torno de 80MS.

Um serviço de Internet classificado em 20 Mbps pode ser pior do que um serviço avaliado em 5 Mbps se ele tem uma alta latência.

Você pode ter uma conexão de 50Mbps de Download, mais para que o download seja feito em 50Mbps depende do servidor onde o arquivo ou site esta hospedado. Imagine efetuar um download de um arquivo de 1GB que esta em um servidor na China, a distancia traz uma latência muito alta que impossibilita o download a 50Mbps.

Ferramentas de rede como ping e traceroute, pode determinar o tempo que leva de um pacote de rede viajar para destino, e o tempo de ida e volta é a latência.

Por esses motivos você sempre deve servidores mais próximos de você ou de seus usuários, utilizando os serviços da Server Media você tem uma baixa latência,  pois nossos servidores estão localizados no Brasil, diferente de provedores que utiliza servidores fora do Brasil para prestar seus serviços online.

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Cloud Computing – Computação em Nuvem

Há algum tempo o termo Cloud Computing – Computação em Nuvem  tem tomado espaço entre os assuntos mais discutidos de TI, desde então muitas empresas e pessoas buscam informações sobre este assunto.

Cloud Computing - Computação em Nuvem

Tendo em vista este crescente interesse sobre o tema, podemos trazer neste artigo diversas definições sobre computação em nuvem:

  •  Computação em nuvem é uma tendência recente em TI na qual tem o objetivo de proporcionar serviços de TI sob demanda com o pagamento baseado no uso de tais serviços. Outras tendências anteriores à computação em nuvem eram focadas para um grupo específico de usuários, mas a computação em nuvem pretende englobar tudo, desde prover serviços para o usuário final até empresas. A computação em nuvem é computação utilitária, ou seja, é uma evolução dos serviços e produtos de tecnologia da informação sob demanda. O objetivo de computação utilitária é oferecer recursos computacionais de uma rede como uma mercadoria através de provedores de baixo custo. Com ela o usuário não precisa se preocupar com escalabilidade, capacidade de processamento e armazenamento, por exemplo.
  • Podemos definir de uma forma abrangente computação em nuvem: Nas nuvens ficam recursos facilmente utilizáveis, onde podem ser virtualizados hardware, plataforma de desenvolvimento e serviços. Tudo isso com a possibilidade de ser reconfigurado a fim de que não haja subutilização ou sobre utilização e com o modo de pagamento pay-as-you-go (Forma de pagamento onde se paga somente àquilo que é consumido).
  •  Computação em nuvem pode ser descrito como um imenso ambiente de servidores virtuais ou físicos, chegando a um conceito de recursos computacionais que contemplam capacidade de processamento, armazenamento, conectividade, plataformas, aplicações e serviços disponibilizados na internet.

 

Usos da Cloud Computing – Computação em Nuvem

Provavelmente você está usando computação em nuvem neste momento, mesmo sem perceber. Se você usa um serviço online para enviar email, editar documentos, ver filmes ou TV, ouvir música, jogar ou armazenar fotos e outros arquivos, é provável que a computação em nuvem esteja nos bastidores possibilitando tudo isso. Veja aqui algumas coisas que você pode fazer com a nuvem:

  • Criar novos aplicativos e serviçoscloud
  • Armazenar, fazer backup e recuperar dados
  • Hospedar sites da Web e blogs
  • Transmitir áudio e vídeo
  • Fornecer software sob demanda
  • Analisar dados para padrões e fazer previsões

Como a Cloud Computing – Computação em Nuvem funciona

Todos os serviços de computação em nuvem funcionam de forma um pouco diferente, dependendo do provedor. Mas muitos fornecem um painel amigável baseado em navegador que facilita aos profissionais de TI e desenvolvedores solicitarem recursos e gerenciar suas contas.

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TCP/IP – O que são Protocolo de Rede?

O que é um Protocolo de Rede


Protocolo de rede – TCP/IP é um conjunto de regras utilizadas pelos computadores de uma rede para estabelecer a comunicação entre eles. Assim como na linguagem falada, onde duas pessoas somente se comunicam se falarem a mesma língua, dois computadores só podem se comunicar se utilizarem o mesmo protocolo.

O que é o Protocolo TCP/IP


TCP/IP é um conjunto de protocolos usados em redes de computadores. TCP e IP são dois protocolos dessa família e por serem os mais conhecidos, tornou-se comum usar o termo TCP/IP para se referir à família inteira. É também usual falar em “suite TCP/IP” para designar um pacote contendo o protocolo TCP/IP e alguns utilitários auxiliares.
O protocolo TCP/IP permite a conexão de computadores tanto em pequenas redes locais (LAN) quanto em redes corporativas interligando diversos países (WAN). O maior exemplo disso é a própria Internet, que adota o protocolo TCP/IP.
Todos os sistemas operacionais atuais (Windows, Linux, Unix, MacOS, Netware, etc) fornecem uma implementação do protocolo TCP/IP.

Padrão x Implementação


Um dos objetivos do TCP/IP é estabelecer um padrão para que computadores de fabricantes distintos se comuniquem. Esse padrão consiste na definição de como acontecerá a comunicação, estabelecendo regras que norteiam o envio e o recebimento dos dados. Padrões são normalmente discutidos e definidos por organizações independentes.
Cada fabricante desenvolve seus programas de comunicação, de acordo com o que estipula o padrão. Diz-se então que o fabricante
implementa o padrão, ou seja, o software TCP/IP que acompanha o Windows é a implementação da Microsoft do padrãoTCP/IP. Da mesma maneira, o Solaris traz a implementação da Sun, o AIX traz a implementação da IBM, o IntraNetware traz a implementação da Novell, etc.
É possível, portanto, encontrar pequenas diferenças entre as implementações de fabricantes distintos, seja em termos de desempenho ou de funcionalidade, uma vez que algumas regras do padrão podem ser de implementação opcional.

Como surgiu o TCP/IP


O desenvolvimento do protocolo TCP/IP começou em 1969, com o projeto ARPANET, da Agência de Projetos de Pesquisas Avançadas do Departamento de Defesa dos EUA (Department of Defense Advanced Research Projects Agency – DARPA).
O objetivo desse projeto foi desenvolver uma rede que interligasse os computadores do governo americano, de diferentes fabricantes e utilizando diferentes sistemas operacionais. Essa rede deveria ser descentralizada e mesmo que um dos computadores dessa rede fosse destruído num eventual ataque militar, os demais continuariam a funcionar normalmente, graças a um mecanismo de rotas alternativas.
Algum tempo depois desse início com finalidade militar, a
National Science Foundation criou uma rede semelhante para interconectar instituições de pesquisa e universidades, utilizando os mesmos protocolos da rede ARPANET. Desses projetos surgiu o protocolo TCP/IP, que serviu como alicerce para a construção da rede que hoje conhecemos como Internet. A partir de 1993 a Internet ficou disponível para uso comercial e se popularizou de tal forma, que hoje a maioria de nós a utiliza com familiaridade.

Rotas alternativas: A comunicação entre A e D não é interrompida pela
falha do computador C graças à rota alternativa passando por E e F

TCP/IP

Quem é responsável pelo TCP/IP


TCP/IP é o protocolo utilizado na Internet e, embora nenhuma organização seja proprietária da Internet, a Internet Society (ISOC), uma entidade internacional não-governamental, coordena o desenvolvimento de novas tecnologias e aplicações da Internet. Essa entidade é composta por diversos membros (pessoas, empresas, agências governamentais e fundações) que participam desde a criação da Internet e têm colaborado ativamente no desenvolvimento de novas tecnologias para a Internet. A ISOC possui um grupo consultivo conhecido como Internet Architecture Board (IAB), que coordena o funcionamento da Internet, bem como a pesquisa e o desenvolvimento relacionados com o funcionamento da Internet. O IAB tem as seguintes atribuições:
• A padronização dos protocolos da Internet, conseqüentemente do protocolo TCP/IP.
• A administração dos documentos RFC (Request For Comments).
• A coordenação das operações da IETF e da IRTF.
• O planejamento estratégico da Internet.
O IAB, por sua vez, é subdividido nos seguintes grupos:
• IETF (Internet Engineering Task Force), comunidade organizada em grupos de trabalho, responsável pelo desenvolvimento de soluções técnicas para os problemas que surgem na Internet e pela definição de padrões e protocolos para o funcionamento da Internet.
• IRTF (Internet Research Task Force), semelhante ao IETF, porém para pesquisas a longo prazo referentes ao funcionamento da Internet.
• IANA (Internet Assigned Numbers Authority), controla a distribuição de identificadores para serviços a serem fornecidos via Internet, tais como atribuição de endereços IP e números de porta TCP e UDP

sites: www.isoc.org, www.iab.org, www.ietf.org, www.irtf.org e www.iana.org

 

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Dicionário de Vídeo de S – Z

Neste artigo daremos continuidade ao Dicionário de Vídeo

Já falamos de M – R, agora iremos descrever S – Z :

S

Sample Rate

Também chamada de Taxa de Amostragem ou Frequência de Amostragem, é o número de amostras por segundo usados para armazenar um som; medida em hertz (Hz) ou kilohertz (kHz).

Sequência

Conjunto de cenas sem cortes que formam uma grande subdivisão da narrativa fílmica. Um filme convencional é formado por sequências, cada uma compreendendo uma etapa mais ou menos separada das outras pelos acontecimentos que desenvolve. Dentro de uma seqüência, pode haver lacunas de tempo, isto é, eventos que se supõe ocorrer, embora não sejam mostrados na tela. A isso, dá-se o nome de elipse.

Serviços de Marcação (Bookmarking) de Vídeo

Serviços que permitem aos usuários gerenciar marcadores para vídeos na Internet.

Single-title (video) Player

Video player que consegue tocar e exibir apenas um único vídeo.

Skins para Players

Em inglês “skin” significa pele. E é justamente essa a função que possuem os skins: trocar a “pele” de tocadores multimídia (players) deixando-os com uma cara inteiramente nova. Alguns temas mais avançados, além de mudar o visual, podem agregar algumas funcionalidades aoplayer, incluindo anúncios, gráficos tridimensionais, efeitos sonoros, etc.

Slow Motion

Efeito especial de cinema e vídeo chamado Câmera Lenta em que os movimentos e ações em quadro são vistos numa duração maior do que a normal, dando a sensação de que o próprio tempo está passando mais devagar. Para que uma imagem em câmera lenta apresente qualidade e toda a riqueza de detalhes, é preciso que a câmera filme em velocidade acelerada. Assim, são necessárias muito mais imagens para formação da cena se comparado com uma filmagem normal, tornando o processo mais caro, uma vez que, no caso da película, é utilizado muito mais material para mostrar menos tempo.

Social Media

Mídia Social é um termo guarda-chuva que abrange diversas atividades que integram tecnologia, interação social e palavras, textos, fotos, imagens, vídeos e áudios. Exemplos de mídias sociais são o Facebook, o Myspace, fóruns, e-mail e qualquer sistema online projetado para permitir a interação social a partir do compartilhamento e da criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos. Estas ferramentas de mídia social permitem a produção de conteúdos por qualquer pessoa, de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos. Significa a produção de muitos para muitos.

Social Media Optimization (SMO)

A Otimização de Mídias Sociais consiste num conjunto de ações realizadas nos meios de comunicação social com o objetivo específico de atrair visitantes ao site ou blog e para que este seja mais facilmente achado, mais visível em pesquisas de mídia social e em motores de busca personalizados (como o Google).

Soft Box

Dispositivo de iluminação que se encaixa em torno de uma luz para torná-la mais branda (soft) e difusa.

Sourced Video

Conteúdo apresentado por uma terceira parte (geralmente profissional), com a indicação da fonte (source). Um exemplo é um vídeo com comentários da General Motors sobre um carro, sendo esse vídeo hospedado em um site especializado em automóveis.

Standard Definition (SD)

Durante anos foi a definição padrão para a televisão aberta. A maioria das televisões está mudando para uma definição mais alta de qualidade de vídeo.

Standard Definition Television (SDTV)

A televisão de definição padrão, também conhecida como SDTV, refere-se a sistemas televisivos que tenham uma resolução de imagem que alcance certos padrões, mas que é considerada alta definição. Apresenta 480 linhas entrelaçadas de resolução de imagem vertical e uma proporção de tela de 4:3. SDTVs têm menos pixels e são mais propensas a ruídos de estática e uma má recepção.

Steadicam

Consiste de um sistema em que a câmera é acoplada ao corpo do operador por meio de um colete no qual é instalado um braço dotado de molas que serve para estabilizar as imagens produzidas, dando a impressão de que a câmara flutua.

Stop-motion

Stop motion é uma técnica de animação que utiliza a disposição sequencial de fotografias diferentes de um mesmo objeto inanimado para simular o seu movimento. Os modelos, que podem ser de diversos materiais, são mudados levemente de lugar e fotografados quadro a quadro. Estes quadros são posteriormente montados em uma película cinematográfica, criando a impressão de movimento.

Storyboard

É uma série de ilustrações desenhadas em sequência, obedecendo a um roteiro, com o propósito de pré-visualizar o filme ou o vídeo que ainda será produzido.

Streaming Media

Também chamado de fluxo de mídia. É uma forma de distribuir informação multimídia pela Internet, de modo que os dados possam ser processados como um fluxo regular e contínuo. Emstreaming, um vídeo ou qualquer tipo de mídia é constantemente reproduzida à medida que chega ao usuário, sem precisar ser transferida primeiro para um computador. Os dados são exibidos antes de todo o arquivo ser transmitido.

Syndicated Video

Estratégia de distribuição de um vídeo através de diversos canais de vídeo, além do website do autor do vídeo. Quanto mais canais o vídeo aparecer, maior a chance que as pessoas o assistam. Em suma, é uma estratégia para levar o vídeo para as pessoas em vez de esperar que elas venham até ele.

Syndication

É um método de aumentar o tráfego de um site ou blog, permitindo que outros usuários utilizem o seu conteúdo.

T

Table-top

Equipamento em forma de mesa onde são filmados os desenhos animados, stop-motions etc. A câmera filma de cima para baixo e sobre a mesa, podendo ser transparente e/ou giratória.

Tags

São palavras-chave na Internet que servem como etiquetas para organizar informações agrupando aquelas que receberam a mesma marcação, facilitando encontrar outras relacionadas. As tags podem ser relacionadas a diferentes conteúdos, como vídeos, páginas de sites, postagens de blogs, fotos, programas para download, links, marcadores, mensagens do Twitter. Veja também Metadados.

Talking Heads

Anúncios ou conteúdos apresentados sem qualquer tipo de animação extra ou grafismo. Talking Heads simplesmente apresentam alguém falando sobre algum produto e mais nada.

Tamanho do Vídeo

A quantidade de espaço no disco rígido que um arquivo de vídeo ocupa. Medida em bytes, kilobytes (1000 bytes), megabytes (1000kilobytes), gigabytes (1000 megabytes), terabytes (1000 gigabytes), etc.

Taxa de bits

Também conhecido como Bit Rate. É a quantidade de dados transmitidos por unidade de tempo. O bit rate é medido em ‘bits por segundo’ (bps ou b/s). Este termo é utilizado principalmente quando se fala em distribuição digital de vídeo e de música.

Teleprompter

Equipamento acoplado às câmeras de filmar que permite que uma pessoa possa ler o texto enquanto olha diretamente para a câmera. A marca registrada é TelePrompTer.

Tempo médio de visualização

Tradução literal de Average View Time. É o tempo médio que os expectadores estão passando para assistir ao vídeo.

Thumbnail

Miniaturas que são versões reduzidas de imagens ou de vídeos, usadas para tornar mais fácil o processo de as procurar e reconhecer.

Ticker

Pequeno espaço ou barrinha na tela reservado para headlines (manchetes), promoções e outras peças de informação.

Timecode

Código de oito dígitos que permite a localização exata de pontos de áudio e vídeo durante a edição. É medido em horas, minutos, segundos e frames (quadros). Por exemplo, 01:45:30:15 significa: 1 hora, 45 minutos, 30 segundos e 15 quadros.

Tomada

É cada captura feita de uma determinada parte do filme, com o objetivo de se chegar àquela mais perfeita. A mesma parte pode ser encenada e registrada repetidas vezes, para que seja possível selecionar a melhor, a que será, enfim, utilizada na versão que vai às telas.

Tocador de mídia

Também chamado de media player é qualquer reprodutor multimídia, seja iPod, tablet ou mesmo celular que suporte e execute arquivos em geral como MP3, WMA, WAV, MPEG, VCDs, DVDs, etc. Alguns tocadores mais conhecidos são: Silverjuke, BSplayer, Media Player Classic, Power DVD, MPlayer, Windows Media Player, Winamp, Real Player, iTunes, VLC Media Player, Gom Player e The KMPlayer.

Tour Virtual

É um passeio (tour) virtual de um lugar ou de um produto. É feito pelo Adobe Flash, Java e outros programas, simulando um local existente, geralmente composto por uma seqüência de imagens de vídeo. Este passeio geralmente é panorâmico podendo entrar em ambientes fechados. Também podem conter outros elementos multimídia, como gráficos, efeitos sonoros, música, narração e legendas.

Tracking

Monitoramento de usuários de vídeos na Web a fim de coletar métricas como tipo de conteúdo que estão vendo, duração dos vídeos assistidos, quanto tempo um usuário passa assistindo vídeos e quantos usuários um vídeo pode atrair. Programas como o Adobe Flash realizam este monitoramento.

Travelling

É o movimento da câmera em que esta realmente se desloca no espaço – em oposição aos movimentos de Panorâmica (PAN), nos quais a câmera apenas gira sobre o seu próprio eixo, sem se deslocar. No entanto, a câmera está fixa sobre uma superfície que se movimenta, geralmente numa grua, numa dolly com ou sem trilhos, numa câmera dentro de um veículo em movimento, num helicóptero, etc. Deslocamentos feitos com steadicam também são considerados travellings.

Travelling de Acompanhamento

Quando a câmera segue o movimento de um personagem, veículo, animal ou objeto em movimento (ao lado, à frente ou por trás). Transmite a sensação real do movimento e do espaço que está sendo percorrido.

Travelling de Aproximação e Afastamento

Diferente do zoom-in e zoom-out, pois nesse movimento a câmera se aproxima ou se afasta de um elemento da cena de forma natural, reproduzindo o deslocamento real de uma pessoa para chegar até um determinado ponto.

Tripod

Suporte tripé para câmera de vídeo, que previne trepidações e movimentos indesejados durante a filmagem.

U

V

Video Ad Experience

Termo em inglês usado para descrever de qual fonte vem a experiência da publicidade em vídeo. Este documento descreve três fontes: In-Stream Video Ad, In-Banner Video Ad e In-Text Video Ad.

Video API

É um vídeo com Interface de Programação de Aplicativos, permitindo que um programa se comunique com outro programa.

Video Assets

Termo em inglês para o conteúdo em vídeo de uma empresa, corporação ou indivíduo que pode ser utilizado para gerar ou manter algum tipo de benefício financeiro.

Videocast

Bastante parecido com o Podcast (arquivo em áudio), a diferença básica é que o arquivo é disponibilizado em vídeo.

Videoconferência

Tecnologia que permite o contato visual e sonoro entre pessoas que estão em lugares diferentes, dando a sensação de que os interlocutores encontram-se no mesmo local. Permite não só a comunicação entre um grupo, mas também a comunicação pessoa-a-pessoa. Essa comunicação é feita em tempo real. Existem vários sistemas de videoconferência que oferecem ainda recursos de cooperação entre os usuários, compartilhando informações e materiais de trabalho.

Vídeo de Curta Duração

Conceitualmente é um vídeo com até 5 minutos de duração. Mas, usualmente são vídeos entre 30 segundos e 3 minutos de duração. Atualmente, é o formato mais frequente na Internet.

Video E-commerce

Vídeo usado como meio para uma transação monetária eletrônica. Isso é possível usando-se links no próprio vídeo ou que leva o usuário para um site ou página para fechamento da compra. Em lojas virtuais, vídeos colocados nas páginas de detalhes de produtos costumam atrair mais clientes.

Video Gerado pelo Público

Termo também conhecido como User-Generated Video (UGV), refere-se a vídeos criados pelo público em geral e colocados diretamente em sites como YouTube, My Space, Videolog, entre outros.

Vídeo Interativo

Vídeo online que permite aos espectadores interagirem e manipularem o conteúdo de vídeo, ao clicar sobre ele. Por exemplo, um usuário pode clicar para assistir a partir de diferentes ângulos ou clicar sobre um produto para descobrir mais informações ou para comprá-lo e muito mais.

Video Jornalístico

Conteúdo filmado, editado e publicado pelo próprio jornalista ou blogueiro ou qualquer pessoa para propósitos pessoais ou profissionais.

Video Mixer

Também chamado de Switcher ou Misturador de Vídeo. É um dispositivo usado para alternar e selecionar entre várias fontes e formatos diferentes de vídeo, criando efeitos especiais e um visual mais interessante. É semelhante ao que um console de mixagem faz para o áudio. O Video Mixersimplifica a produção, gravação, edição e transmissão de eventos ao vivo.

Video on Demand (VOD)

É uma solução que permite aos usuários selecionar e assistir conteúdo de vídeo sob demanda, no momento que desejar e sem sair da sua casa. Por meio de uma página Web na tela da TV, o assinante pode escolher diferentes tipos de filmes, vídeos e programas de TV que estejam disponíveis em VOD. A solução consiste em enviar conteúdos em formato de vídeo, utilizando redes de banda larga de operadoras de comunicação.

Video Online

Qualquer formato de vídeo digital viável para ser usado na Internet.

Video Player

Tocador de vídeo, também chamado de media player, usado para a reprodução de vídeos digitais, incluindo discos ópticos (DVD, VCD) e arquivos de computador.

Vídeo Promocional

Conteúdo desenvolvido para promover uma empresa, uma marca, um produto, etc. Esses vídeos não geram receita direta por si só, mas quando divulgados podem aumentar o interesse no objeto promocional e indiretamente aumentar a receita.

Vídeo SEO

Video Search Engine Optimization – Processo de maximizar a indexabilidade e melhorar oranking (classificação) de um vídeo em motores de busca na Web.

Video Takeover

Quando o conteúdo em vídeo substitui uma forma anterior de transmitir informações. Um exemplo é quando uma entrevista em vídeo substitui uma entrevista por escrito. Essa é uma tendência crescente na Internet.

Video Viral

Vídeo que ganha atenção generalizada na Internet. Divulgado por meio de vodcasts, e-mails, blogs, mensagens instantâneas ou ferramentas de mídia na Web. Vídeos virais são reconhecidos por ser centenas de vezes mais eficaz do que a publicidade tradicional e por ser um dos meios mais eficazes de marketing de vídeo na Web.

Views

Visualizações de um vídeo. 1500 views por exemplo, significa que o vídeo foi visto 1500 vezes.

Viewthrough

Métrica específica para publicidade em vídeo online. Mostra se as pessoas assistiram ao um anúncio inteiramente, do início ao fim.

Visitas

Representam o número de sessões individuais iniciadas por todos os visitantes em um site. Se um visitante estiver inativo no site durante 30 minutos ou mais, qualquer atividade futura será atribuída a uma nova sessão. Os visitantes que deixam o site e voltam dentro de 30 minutos são contabilizados como parte da sessão original.

Vlog (Videoblog)

É a versão em vídeo dos blogs. Geralmente a mídia é feita a partir da gravação e edição de vídeos pessoais e os assuntos debatidos são bastante diversificados e livres. Os vídeos são exibidos diretamente em uma página, juntamente com texto de apoio e imagens.

W

Walkthrough

Animação que simula um passeio virtual de um lugar ou de um produto. Muito utilizado em vídeos de empreendimentos imobiliários (real estate).

Web Analytics

O uso de metadados e informações coletadas de websites para determinar o comportamento dos navegadores, com o objetivo de entender e otimizar o uso dos sites e páginas na Internet. Existem dois métodos mais comuns de coleta e análise dos dados: a Análise de Log (ou Log Analysis) que trabalha com os registros (logs) automaticamente gerados do servidor web ou pela Análise de Tag (ou Page Tagging) que utiliza marcações nas páginas. Web Analytics inclui relatórios de tráfego, taxas de resposta de e-mail, campanhas de marketing direto, entre outros.

Webcam

Câmera de vídeo de baixo custo ligada ao computador por conexões USB. Usada para videoconferência, transmissão de videomail (e-mail com vídeo anexo), gravações de vídeo, tirar fotos digitais, monitoramento de ambientes, entre outras aplicações. Existem webcams de baixa ou de alta resolução (acima de 2.0 megapixels), com ou sem microfones acoplados. Algumas vêm com leds que iluminam o ambiente quando há pouca ou nenhuma luz externa.

Webcast

Transmissão de áudio e vídeo utilizando a tecnologia streaming media. O webcast pode ser utilizado por meio da Internet ou redes corporativas (intranet). Empresas que precisam comunicar com um grande número de filiais espalhadas pelo mundo de forma rápida, eficiente e barata utilizam esta solução.

Web Video Marketing

Estratégia de negócio que emprega novas tecnologias, como os dispositivos móveis e recursos avançados da Internet, incluindo redes de distribuição de conteúdo para aumentar a eficiência operacional do Serviço ao Cliente, Meios de Comunicação e Negócios Corporativos. O Marketing para Web Video tem ampla variedade de usos, incluindo campanhas de marketing, entrevistas, depoimentos, treinamentos, tour virtuais, estudos de casos e seminários via web. Independentemente do segmento de atuação, qualquer negócio pode se beneficiar com o Web Video.

Widget

Componente de uma interface gráfica do usuário (GUI). São exemplos de widgets: barras de rolagem, botões, ícones, menus, caixas de texto.

Windows Media Player (WMP)

Programa reprodutor de mídia digital (áudio e vídeo) em computadores pessoais. Produzido pela Microsoft, está disponível gratuitamente para o Microsoft Windows, além de outras plataformas, como Pocket PC e Mac OS.

wmv / wma

Siglas de Windows Media Video (WMV) e Windows Media Audio (WMA) são formatos de vídeo desenvolvidos pela Microsoft. Podem ser executados em tocadores de mídia como o Windows Media Player.

Workprint (WP)

É uma cópia do filme que ainda não foi finalizada. Pode conter cenas incompletas e a qualidade pode variar. Alguns WPs são muito diferentes da cópia final, podendo conter cenas extras. Podem ser boas aquisições para quem gosta de colecionar e já tema em mãos a versão final.

X

Y

YouTube
A plataforma de vídeos do Google, e por enquanto a segunda maior ferramenta de busca de toda a internet.

YouTube Ads
Anúncios feitos exclusivamente para a plataforma YouTube, utilizando seus espaços para anunciar, seja em busca (search) ou em banners (display).

YouTubers
Nome atribuído àqueles que trabalham e tem conteúdo na plataforma YouTube. Não existe uma regra para ser considerado um YouTuber, mas em sua maioria, o mínimo é ter consistência para publicação de vídeos na plataforma.

 

Z

Zoom (óptico e digital)
O zoom óptico é o zoom real, capaz de ampliar uma imagem de forma real, como faz um binóculo. Funciona através de um jogo de lentes, onde o foco principal é alterado. Já o zoom digital é um artifício tecnológico e não utiliza lentes. Pelo zoom digital a câmera apenas “amplia” os pixels de parte da imagem capturada, aumentando apenas uma parte da imagem em vez de aproximar todo o quadro. O zoom digital pode até ser mais poderoso em termos de recursos, mas as imagens podem sair mais granuladas.

Zoom-in e Zoom-out
É um recurso de lente que possibilita aproximar uma imagem para um plano mais próximo (zoom-in), ou afastar um objeto ou uma pessoa (zoom-out).

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Dicionário de Vídeo de M – R

Neste artigo daremos continuidade ao Dicionário de Vídeo

Já falamos de F – L, agora iremos descrever  M – R :

M

Mensurabilidade

Fator chave no marketing digital. Permite quantificar dados, realizar estatísticas, monitorar e controlar o desempenho do produto, o mercado consumidor e os meios de produção e distribuição.

Metadados

Também chamados de Metainformação são definidos como “dados sobre os dados”. São muito importantes na administração de dados, pois é a partir deles que as informações serão processadas, atualizadas e consultadas. A maioria dos sites de compartilhamento permitem formas de metadados que podem ser utilizados para melhorar a sua mensurabilidade e a sua indexação. No caso do vídeo, os metadados mais comuns são informações sobre diretor, título, atores, resumo do conteúdo, crítica, data, fonte etc.

Microfone Boom

Muito comum em sets de filmes e de produções de TV. É um microfone projetado para ser usado numa haste ou braço (ver Boom Pole) e frequentemente utilizado quando o cinegrafista precisa amplificar determinados sons, como vozes, mas não quer o microfone no campo visual da filmagem.

Microfone de Lapela

Pequeno microfone que fica preso à lapela. Geralmente vem com um clipe para ser anexados a colares, gravatas, ou outras peças de vestuário. Muito utilizado em televisão, teatro e apresentações públicas a fim de manter as mãos livres.

Microfone Shotgun

Com formato semelhante a uma pistola, possui elevado direcionamento. São comumente usados em televisão e sets de filmagem, em estádios e para a gravação de programas de vida selvagem.

MiniDV Tape

Pequeno tape digital, compatível com camcorders, podendo gravar vídeos de alta qualidade.

Mixagem

Combinação de duas ou mais trilhas sonoras, já sincronizadas, para se obter uma única trilha. As trilhas podem ter sido gravadas ao vivo ou em estúdio e podem ser de diferentes instrumentos, vozes, locutores ou ruídos de plateia. Na mixagem, além do balanceamento dos volumes de cada instrumento que foi previamente gravado, há também o equilíbrio de timbres entre eles, feitos por meio de equalização, compressão e outros efeitos.

Mobile Video

Conteúdo de mídia que pode ser visualizado por meio de dispositivos móveis, como telefone celular ou tablets, possibilitando uma exposição ideal para as marcas anunciantes. Os formatos atuais para o Mobile Vídeo são 3GPP, MPEG-4, RTSP e Flash Lite.

Monetização de Video Online

Vídeos online que geram receita, por meio de táticas de monetização, como anúncios dentro e em torno do conteúdo do vídeo, vendas diretas de espaço publicitário ou taxas de download através da cobrança aos usuários para assistir ou baixar vídeos.

Monitoramento de Eventos

Tradução livre de Event Trackers é principalmente utilizado para monitoras os click-through, mas também monitora as interações dos espectadores com os anúncios.

Monopod

Suporte para câmara de vídeo, semelhante ao tripod, mas com uma perna apenas.

Montagem de Vídeo

Vídeo criado a partir de fotos com efeito de transição. Semelhante a um slideshow de fotografias, porém com um efeito de animação mais sofisticado.

Motion Graphics
Grafismo em movimento, numa tradução literal, o Motion Graphics consiste no uso de vídeo ou tecnologia de animação para criar ilusão de movimento ou de rotação. Muitas vezes é combinado com áudio para uso em projetos multimídia e exibidos através da tecnologia de mídia eletrônica, tais como o vídeo digital ou projeção digital.

mov
Formato de vídeo criado pela Apple para ser usado no QuickTime, o seu programa de multimídia.

MPEG
Sigla em inglês de Moving Picture Experts Group é um formato de compressão de áudio e vídeo mantido pela International Organization for Standardization. O formato é muito popular para a troca de vídeos na Internet. Pode ser reproduzido por quase qualquer player, contanto que o codec usado em sua geração esteja instalado.

MPEG-2

Padrão dedicado originalmente à televisão digital. O padrão descreve uma combinação de compressão para vídeo e áudio que permite armazenar e transmitir filmes usando a largura de banda e capacidade de armazenamento atualmente disponíveis. Este formato de compressão é usado para reduzir o total de informação armazenado dos elementos vídeo para um nível manejável.

MPEG-4

Formato que inclui a maioria dos recursos do MPEGs anteriores adicionando novas funcionalidades como o suporte ao VRML (estendido) para renderização 3D e suporte ao Gerenciamento de Direitos Digitais.

Multimídia

É a combinação, de pelo menos um tipo de mídia estática (texto, fotografia, gráfico), com pelo menos um tipo de mídia dinâmica (vídeo, áudio, animação).

N

Narrowcasting

É a disseminação de conteúdo para uma audiência específica e está alinhado com a segmentação e nichos de mercado. Diferentemente do Broadcasting que visa a comunicação de massa, o Narrowcasting mira bem seus alvos e preza pela construção de relacionamentos duradouros

NTSC

É o sistema de televisão analógico em uso nos Estados Unidos, Canadá e na maioria dos países da América (o Brasil, com sistema padrão PAL-M, é uma das exceções que não utilizam esse sistema). Recebeu o nome do National Television System Committee, a organização representativa do setor, responsável pela criação deste padrão.

O

Open Video

O Vídeo Livre é ao mesmo tempo uma comunidade e um movimento político. Na visão dessa comunidade, o vídeo online é uma mídia dinâmica que permite transmissão, arquivamento, remixe outras possibilidades de apropriação hoje não permitidas pelo principal modelo legal vigente. A luta do Open Video visa um futuro do vídeo mais descentralizado, diverso, competitivo, acessível, interoperável e inovativo.

P

P2 Card

Um tipo de memória de cartão para câmera de vídeo.

Page View

Número de vezes que uma página da Internet é acessada e visualizada em algum navegador. É um dos instrumentos mais importantes para medir a audiência de um site ou portal. Quanto maispage views uma página tem, maior a sua visibilidade na Internet. Uma boa estratégia para um maior número de page views é utilizar metadados que são adicionados no conteúdo HTML da página.

PAL

Sigla de Phase Alternating Line, cuja tradução significa Linha de Fase Alternante. É uma forma de codificação da cor usada nos sistemas de transmissão televisiva. O formato é dominante no Mundo, com exceção de parte das Américas, alguns países Asiáticos (que usam o NTSC), Europa de Leste e França (que usam o sistema SECAM, apesar de a maioria deles estarem em processo de adoção do PAL).

PAL-M

É a variação do sistema PAL, utilizada no Brasil. PAL-M é compatível com preto e branco na reprodução em formato nos dispositivos NTSC. Por isto se você comprar uma televisão americana que apenas pega o sistema NTSC receberá no Brasil imagem preto e branco.

Panorâmica (PAN)

Movimento em que a câmera gira ao redor de um eixo imaginário qualquer, sem deslocar-se, para mostrar um cenário. Este movimento pode ser horizontal ou vertical.

Pan Horizontal (PAN h)

Movimento horizontal da câmera, no tripé, sobre seu eixo, fazendo um semicírculo de até 180 graus, da esquerda para direita ou no sentido inverso.

Pan Vertical (PAN v)

Movimento também chamado de Tilt. A câmera movimenta-se de baixo para cima ou no sentido contrário.

Pay Per View (PPV)

Pagar-para-ver, sigla PPV, é um sistema no qual os que assistem televisão podem adquirir uma programação específica, a qual desejem assistir, comprando o direito a assistir a determinados eventos, filmes ou outros programas. A programação é vista ao mesmo tempo para todos os que a compraram, ao contrário de sistemas de vídeo em demanda, que permitem ao usuário do serviço ver a programação no momento que quiser.

Peer-to-peer

Numa tradução literal do inglês seria “par-a-par” ou “entre pares”. Às vezes chamada P2P, é uma tecnologia utilizada para o compartilhamento online de arquivos de diversos formatos (músicas, filmes, vídeos, textos) na Internet aberta ou em grupos restritos de usuários. Cada membro do grupo ou rede de usuários funciona como um nó e pode distribuir os arquivos para os dispositivos dos outros membros da rede.

Percepção da marca

É um conceito de marketing, também conhecido como Brand Awareness que permite investigar e quantificar o nível de conhecimento, sensibilização e atitude dos consumidores em relação à uma marca. Também são conduzidos estudos para medir o impacto da publicidade online em métricas de consciência da marca (branding).

Plano Americano (PA)

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera que mostra a imagem do ator do joelho para cima e privilegia a ação em relação ao cenário. Plano muito comum em filmes de bangue-bangue que mostra o ator e o seu cinturão, prestes a sacar a arma.

Plano de Conjunto (PC)

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera. Este plano define melhor os elementos a serem captados do que o PG. Nele, pode-se perceber um ator ou grupo de pessoas no cenário, reconhecendo a movimentação em cena, embora a ação não seja visualizada nos mínimos detalhes.

Plano Detalhe

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera. É um plano bem fechado para destacar pormenores do rosto ou do corpo do ator, sendo uma imagem de forte impacto visual e emocional.

Plano e Contraplano

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera. É um plano que enquadra dois atores, um de frente para o outro conversando. A câmera se posiciona atrás de um deles, mostrando o ombro e a cabeça da pessoa que está de costas e o rosto e as expressões do ator que está falando.

Plano Geral (PG)

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera. Este plano apresenta um ângulo de visão menor que o GPG. Mostra, por exemplo, a fachada de uma empresa ou uma praça. Neste plano se percebe a figura humana, mas é difícil reconhecer as personagens e a ação.

Plano Médio (PM)

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera. Este plano enquadra o ator da cintura para cima ou o diálogo entre duas pessoas.

Plataforma de Gestão e Publicação de Vídeo

Também expresso pelo termo Video Publishing and Management Platforms. Consistem em plataformas que por meio de um sistema de software, cria, edita, hospeda, gere, organiza, publica, transmite e distribui vídeos online de acordo com consistentes regras. O conteúdo digital gerenciado pode inclui além dos vídeos, imagens, anúncios, metadados e outros conteúdos da web. Estas plataformas possuem os seguintes recursos:

  • capacidade de atribuir regras e responsabilidades para diferentes categorias e tipos de conteúdo de vídeo;
  • capacidade de rastrear, enviar e-mail, embedar, editar, redimensionar e distribuir múltiplos vídeos;
  • capacidade de publicar conteúdo de vídeo em vários formatos e players de vídeo;
  • capacidade de adicionar anúncios de sobreposição e acompanhar as estatísticas de uso de vídeo.

Playlist

Lista de conteúdo do vídeo online contendo centenas de sub-conteúdos ou categorias como música, notícias, programas de TV, filmes, esportes, jogos, tecnologia, educação, família, saúde e que pode ser assistida numa ordem sequencial ou embaralhada. Em sites de vídeo como o YouTube e Vimeo, os usuários podem criar listas de reprodução de vídeos.

Player Online

Tocador online embutido nas páginas da Internet que possibilita assistir o vídeo diretamente no navegador.

Podcasts

Arquivos digitais de mídia acessados na Internet ou em dispositivos de mídia portáteis como o iPod. Aliás, a palavra é uma junção de Pod-Personal On Demand (numa tradução literal, pessoal sob demanda) retirada de iPod e broadcast (transmissão de rádio ou televisão). Através dedownload ou streaming direto de sites, o podcast permite a transmissão e distribuição de noticias, áudios, vídeos e informações diversas na internet, o que contribui para a disseminação da informação de maneira fácil, rápida e gratuita. O podcast em vídeo chama-se Videocast.

Pop-up

Janela extra que abre no navegador ao visitar uma página na Web. Muitas vezes são utilizados na Internet para publicidade, mas também podem ser usados para exibir qualquer tipo de conteúdo online, como vídeo.

Pós-Produção

Fase de produção que ocorre após a gravação de um filme ou vídeo. É nesta fase que é feita a edição e a colocação de efeitos especiais, locução, trilha sonora, entre outros componentes de pós-produção.

Primeiro Plano (PP)

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera. Este plano enquadra um ator na altura do nó da gravata ou do busto para cima. É um plano de caráter psicológico, percebendo-se o estado emocional dos atores e a direção dos olhares.

Primeiríssimo Plano (PPP)

Tipo de enquadramento feito pelas lentes de uma câmera, também conhecido por Close-up. Neste plano, a imagem do rosto de uma pessoa toma todo o quadro. A ação não é percebida, dando-se atenção ao lado emocional transmitido pela expressão facial do ator.

Produção

Processo de produzir um filme ou um vídeo, a partir de uma ideia inicial de uma história, preferencialmente escrita em um roteiro. Uma produção cinematográfica ou de um vídeo pode ocorrer em qualquer lugar do mundo, usando uma variedade de tecnologias e técnicas e sempre requer planejamento e organização. Entre as fases necessárias para produção de um filme estão: criação do roteiro, storyboards, planejamento, equipe técnica, elenco, preparação do set, cenários, figurinos, captação das imagens internas e externas, filmagem, trilha sonora, edição, pós-produção, promoção e finalmente distribuição para um público.

Publicidade

Difusão pública de ideias ou mensagens associadas a empresas, produtos ou serviços, para informar e persuadir. O anúncio publicitário pode ocorrer por meio de apresentações em Flash,podcasts e vídeo na Web.

Publicidade Contextual

Tradução literal de Contextual Ads. É uma ferramenta de marketing que integra os links dos anunciantes (com anúncios de texto, formatos publicitários e vídeo) em páginas de websites com conteúdos relacionados à temática do produto e/ou serviço anunciado, permitindo uma segmentação aprimorada. Assim, quando um usuário entra num site, os anúncios são mostrados com uma adaptação ao seu perfil. Isso é possível porque este sistema escaneia o texto de um site por palavras-chave e apresenta o anúncio com base no que o usuário está vendo. Os anúncios podem ser exibidos na página da web ou como anúncios pop-up.

Pure Streaming

Entrega de conteúdo de mídia através da Internet sem a necessidade de se fazer primeiro o download desta mídia. O conteúdo é entregue diretamente para o usuário através de um servidor dedicado de streaming.

Q

 

Quadro-Chave

Chamado de Keyframe em inglês. É a posição sobre uma linha de tempo (timeline) do vídeo ou filme quando ocorre um evento. Consiste num desenho que define os pontos de início e fim de qualquer transição suave entre imagens. São chamados de “quadros” devido ao fato de que a sua posição na linha de tempo (timeline) é medida em quadros em uma faixa de filme. Uma sequência de quadros-chave define qual movimento o espectador verá.

Quadros por Segundo (qps)

Também expresso pela abreviatura fps (frames per seconds) é a unidade de medida da cadência de um dispositivo audiovisual qualquer, como uma câmera de cinema ou de vídeo, uma webcam, um projetor cinematográfico ou de vídeo, etc. Significa o número de imagens que tal dispositivo registra, processa ou exibe por unidade de tempo. Quanto mais quadros por segundo um vídeo tiver, mais realista será a imagem. Vídeos normalmente trabalham com a mesma cadência da TV, que é de 30 quadros por segundo.

Quartile Reporting

Relatório Quartil em tradução literal é um método para medir a eficácia da reprodução de anúncios de vídeo. A métrica quartil (25%, 50%, 75% e 100%) é usada para medir a porcentagem que o vídeo foi assistido.

R

Redes de Compartilhamento de Vídeo

Tradução literal de Video Sharing Networks. São sites como YouTube e Veoh que permitem que navegadores web compartilhem conteúdo de vídeo com outros usuários na Internet. Estas redes contribuem significativamente para o sucesso do marketing viral e marketing de vídeo na web.

Redes Sociais

Também chamada de Social Networks, representam comunidades online de conteúdo gerado pelo usuário, tais como MySpace e Facebook. Vídeos e outros formatos de conteúdo são facilmente compartilhados por meio de redes sociais, podendo atingir um vasto público.

Regra dos Terços

Termo conhecido por Rule of Thirds é uma diretriz ao processo de composição de imagens visuais, como vídeos, pinturas, fotografias e desenhos. Esta diretriz propõe que a imagem deve ser imaginada sendo dividida por duas linhas horizontais e duas linhas verticais, igualmente espaçadas, resultando em nove partes iguais. O cinegrafista deve escolher um dos quatro pontos de intersecção da linha como um ponto focal. A teoria é que se colocando os pontos de interesse em interseções ou ao longo das linhas, a imagem torna-se mais equilibrada, permitindo para quem a vê uma interação mais natural.

Replays

Refere-se ao número de vezes que um usuário reviu o anúncio no vídeo.

Resposta Direta

É uma abordagem de marketing projetada para gerar uma resposta imediata por parte dos consumidores, através de uma ampla variedade de mídias, incluindo a Internet, clicar em um link, email ou telefone.

Rich Media

Conteúdos digitais interativos e dinâmicos que podem aparecer em formatos de anúncios como banners. Ao usar tecnologias diferentes dos banners comuns, como o Flash ou HTML5, estes anúncios podem incluir vídeos, animação, jogos, fotografias, áudio e tweets. O anúncio pode se expandir, flutuar, se desenrolar, oferecendo mais formas de envolver o público e provocar uma resposta por parte dele. Além disso, anúncios que contam com a interatividade Rich Media permitem métricas instantâneas de comportamento do público, incluindo o número de expansões, saídas múltiplas e conclusões de vídeo.

Roteiro

Documento narrativo utilizado como diretriz para filmes, vídeos, programas de TV ou animação. O roteiro deve correlacionar imagem e áudio. Também dá indicações quanto ao posicionamento das câmeras, iluminação e efeitos audiovisuais. O roteiro também pode indicar, nos diálogos, a entonação do personagem com marcações como “ríspido”, “alegre”, “surpreso”, etc.

RTSP

Sigla de Real Time Streaming Protocol é um protocolo de nível de aplicativo, criado especificamente para controlar a entrega ou transferência de dados em tempo real, como, por exemplo, conteúdo de áudio e vídeo.